Algumas pesquisas apontam o Brasil como o país que mais faz piada se si próprio, ou seja, da própria situação cotidiana, em outras palavras, ri da própria desgraça.
Claro que não estou falando no geral, mas é engraçado ver pessoas nervosas num ônibus lotado ou trem que atrasa, mas quando um programa de televisão retrata essa situação todos acham engraçado.
E é comum ver também em quadros humorísticos, tanto no cinema, teatro ou televisão, situações que normalmente não seria bom estar passando, mas vendo de fora fica engraçado. E isso tem um nome “Humor Negro”.
Outra forma de humor que causa controvérsias é envolvendo pessoas com algum tipo de peculiaridade, como obesidade, cor do cabelo, opção sexual e raça. Contar uma piada é quase impossível sem ofender alguém, ou mexer com a vida alheia, por isso todos os envolvidos devem estar também envolvidos com o clima de humor.
Humor é igual música, cada um tem seu gosto e o que agrada um desagrada o outro.
Eu não vou contar uma piada agora porque não vem nenhuma à cabeça e prefiro contar pessoalmente, nunca achei graça em ler piada. Por essa razão admiro os humoristas que sabem transformar uma história sem graça numa comédia de morrer de rir.
Falando nisso, um grande motivo de escrever sobre humor foi a morte nesta semana do humorista e ator Chico Anísio que foi um mestre para muitas gerações de humoristas e também atores de todo o Brasil.
Que vivamos a vida com bom humor, mas não sejamos bobos demais.



